Remédios naturais para aliviar picadas de insetos
Nesta época do ano, não são poucas as pessoas que sofrem com a presença
dos insetos: irritações na pele, coceira, inchaço e dor são os
principais vestígios que mosquitos, abelhas e formigas
costumam deixar no organismo – além das noites embaladas pelos zunidos
ao redor do travesseiro. A situação fica ainda pior quando as pessoas
estão longe dos centros urbanos ou quando as crianças são afetadas.
Pensando nisso, separamos cinco remédios naturais e eficientes para
aliviar os incômodos das picadas – que podem até mesmo entrar para as
páginas de um manual de sobrevivência para os aventureiros.
A
lista traz opções naturais que substituem cremes e pomadas específicas.
No entanto, caso a reação alérgica seja mais intensa que o comum, ou
haja suspeita de dengue ou malária, é imprescindível procurar a ajuda de
um médico.
*Casca de banana
Utilizar a casca da banana
como remédio natural contra as picadas de mosquitos é uma alternativa
sustentável de aproveitamento em totalidade da fruta. Assim, o resíduo
pode substituir com bastante eficiência as pomadas e cremes específicos,
basta esfregar a parte interna da casca na área atingida pelos insetos –
em alguns minutos, a picada vai desinchar, diminuindo, também, o
incômodo. Além disso, a casca de banana é eficiente para estancar
sangramentos e ajudar na cicatrização de feridas.
*Manjericão
Engana-se quem pensa que a erva aromática tem apenas importância na
cozinha, pois o óleo extraído do manjericão alivia a alergia causada no
local das picadas de insetos. Para preparar o remédio natural, basta
amassar as folhas até extrair o líquido de cor escura que elas reservam.
Isso porque a substância aromática contém cânfora e timol, duas
propriedades utilizadas para aliviar a coceira.
*Mel
Composto por substâncias antibacterianas e anti-inflamatórias, o mel
trata o incômodo causado pelas picadas e traz vários benefícios para o
corpo. Assim, basta passar um pouco do produto natural na picada para
diminuir a irritação. Além disso, a consistência do mel dificulta que as
pessoas cocem o local, contribuindo para desinchar a derme mais rápido.
*Gelo
Uma compressa de água gelada ou de pedras de gelo consegue aliviar não
só a coceira causada pelos mosquitos, mas também a dor que resulta da
picada de outros insetos, como abelhas e formigas. Isso porque as fibras
nervosas da pele “congelam”, contribuindo para que a pessoa não sinta
mais os incômodos trazidos pelos insetos. No entanto, na hora de fazer
compressas, é preciso ficar atento e nunca optar pela água quente, pois,
após a sua aplicação, as altas temperaturas fazem com que o organismo
volte a produzir histamina, substância responsável pela resposta
alérgica do corpo.
*Leite e água
Aplicar leite misturado
com água nas picadas é uma maneira simples de reduzir não apenas a dor e
a coceira, mas também o inchaço e a inflamação que ocorre no local
atingido (caso a pessoa não tenha alergia à lactose). O remédio natural é
preparado, de preferência, com os dois ingredientes bem gelados, em
quantidades iguais. Depois de ficar pronta, a mistura deve ser aplicada
na pele com um pedaço de tecido, reduzindo os incômodos trazidos pelos
insetos em pouco tempo. A mistura também pode ser aplicada nas
queimaduras causadas pelo sol.
Por Gabriel Felix - Redação CicloVivo
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4 de fevereiro de 2015
Insetos no verao!
Não tem jeito, é só o verão começar que baratas, pernilongos,
pulgas e formigas invadem todos os cantos da casa. O fenômeno acontece
graças ao aumento do calor,
que facilita o desenvolvimento dos insetos (cuja temperatura preferida é
em torno de 25ºC e 35ºC), pois encontram mais água e alimento no
ambiente.
Para diminuir essa presença incômoda, o ideal é preparar a casa com telas, aplicação de inseticidas e, principalmente, manter a limpeza dos ambientes em dia.
Deixar migalhas de alimentos pelo chão, panelas abertas com comida e lixo acumulado na cozinha são atitudes que permitem a proliferação de baratas, formigas e moscas.
Baratas
No Brasil, as espécies de baratas Blattella germanica e Periplaneta americana são as mais comuns. A primeira, tipicamente doméstica, possui 15 milímetros de comprimento e pode ser encontrada nas cores marrom ou amarela. Sua presença é comum em locais como depósitos de alimentos, bancadas de pia e frestas na alvenaria.
Já a barata americana é maior, voadora, escura e busca comida geralmente durante a noite. Gosta de criadouros úmidos e quentes, além de caixas d’água, canos de esgotos, jardins e cisternas.
O combate a estas criaturas , de maneira geral, é feito com a retirada de caixas de papelão (pois costumam servir de abrigo) e o fechamento de portas e janelas no final da tarde.
“Outra saída é o uso de ‘iscas’, como as de gel, para colocar no caminho das baratas, fazendo o veneno chegar até o ninho”, diz Osmar Malaspina, professor do Instituto de Biociências da Unesp.
Caso os insetos entrem na casa pelo ralo é sinal de que esgotos, fossas e caixas de gordura precisam ser limpos. Aplicar um bom inseticida também ajuda no combate, entretanto, a medida é eficaz somente para a espécie doméstica.
Para diminuir essa presença incômoda, o ideal é preparar a casa com telas, aplicação de inseticidas e, principalmente, manter a limpeza dos ambientes em dia.
Deixar migalhas de alimentos pelo chão, panelas abertas com comida e lixo acumulado na cozinha são atitudes que permitem a proliferação de baratas, formigas e moscas.
Baratas
No Brasil, as espécies de baratas Blattella germanica e Periplaneta americana são as mais comuns. A primeira, tipicamente doméstica, possui 15 milímetros de comprimento e pode ser encontrada nas cores marrom ou amarela. Sua presença é comum em locais como depósitos de alimentos, bancadas de pia e frestas na alvenaria.
Já a barata americana é maior, voadora, escura e busca comida geralmente durante a noite. Gosta de criadouros úmidos e quentes, além de caixas d’água, canos de esgotos, jardins e cisternas.
O combate a estas criaturas , de maneira geral, é feito com a retirada de caixas de papelão (pois costumam servir de abrigo) e o fechamento de portas e janelas no final da tarde.
“Outra saída é o uso de ‘iscas’, como as de gel, para colocar no caminho das baratas, fazendo o veneno chegar até o ninho”, diz Osmar Malaspina, professor do Instituto de Biociências da Unesp.
Caso os insetos entrem na casa pelo ralo é sinal de que esgotos, fossas e caixas de gordura precisam ser limpos. Aplicar um bom inseticida também ajuda no combate, entretanto, a medida é eficaz somente para a espécie doméstica.
4 de novembro de 2014
Dica Caseira para Afastar Insetos Alados
Dica Caseira para Afastar Insetos Alados
Com o calor e a umidade, começa mais um ciclo dos insetos, que se acasalam numa velocidade espantosa e para ninguém ficar a mercê destes inconvenientes hospedes, fica a dica para que você afaste de vez os insetos alados, tai como mosquitos, pernilongos e até baratas.
Os óleos essenciais, tais como, óleos de gerânio, eucalipto, lavanda, cedro, encontrados em casa especializadas em produtos naturais são ótimos repelentes para afastar esses bichinhos indesejáveis.
Esses óleos podem ser misturados para potencializar a ação da proteção de sua casa. Faça uma solução de 200 ml de óleo de lavanda, 200 ml de óleo de cedro e 1 litro de álcool, misture tudo, e deixe repousar por algumas horas, depois pulverize em rodapés, batentes, frestas, janelas e locais onde haja grande numero de insetos.
A formula não é tóxica ao se inalar, tem um cheiro agradável que só faz mal aos insetos, pulverize o local desejado com esta fórmula duas vezes por semana e não haverá mais insetos alados em sua casa.
OBS: Esta formula deve ficar longe de crianças, pois por mais que seja um produto natural, ela não pode ser ingerida.
26 de setembro de 2014
Escopioes em outubro...
Temporada de escorpiões deixa alerta para os mineiros
A chegada do mês de outubro traz uma alerta para a população em relação os cuidados com um animal perigoso, o escorpião. Nesse período, o Hospital João XXIII registra, em média, 100 atendimentos de vítimas de picadas, conforme dados da Unidade de Toxicologia. O hospital é referência no atendimento desses casos em Belo Horizonte.
O escorpião é um bicho sorrateiro que deve ser combatido com a manutenção de ambientes limpos e eliminação de entulhos. Eles comem insetos, principalmente baratas, e se multiplicam nos locais onde há alimento. De acordo com o coordenador do Serviço de Toxicologia, Délio Campolina, as crianças são mais sensíveis às alterações provocadas pelo veneno, por isso é muito importante a urgência no antedimento.”Tem que ficar atento e não perder tempo com medidas caserias, vá direto onde tem o soro”...
A chegada do mês de outubro traz uma alerta para a população em relação os cuidados com um animal perigoso, o escorpião. Nesse período, o Hospital João XXIII registra, em média, 100 atendimentos de vítimas de picadas, conforme dados da Unidade de Toxicologia. O hospital é referência no atendimento desses casos em Belo Horizonte.
O escorpião é um bicho sorrateiro que deve ser combatido com a manutenção de ambientes limpos e eliminação de entulhos. Eles comem insetos, principalmente baratas, e se multiplicam nos locais onde há alimento. De acordo com o coordenador do Serviço de Toxicologia, Délio Campolina, as crianças são mais sensíveis às alterações provocadas pelo veneno, por isso é muito importante a urgência no antedimento.”Tem que ficar atento e não perder tempo com medidas caserias, vá direto onde tem o soro”...
23 de setembro de 2014
20 de setembro de 2014
Acidentes com aranhas/Prevenção
As seguintes medidas são eficazes para prevenção de acidentes:
Manter limpos quintais, jardins e terrenos baldios, não acumulando entulho e lixo doméstico;
Aparar a grama dos jardins e recolher as folhas caídas;
Vedar soleiras de portas com saquinhos de areia ou friso de borracha, colocar telas nas janelas, vedar ralos de pia, tanque e de chão com tela ou válvula apropriada;
Colocar o lixo em sacos plásticos, que devem ser mantidos fechados para evitar aparecimento de baratas, moscas e outros insetos, que são o alimento predileto de aranhas e escorpiões;
Examinar roupas, calçados, toalhas e roupas de cama antes de usá-las;
Andar sempre calçado e usar luvas de raspa de couro ao trabalhar com material de construção, lenha, etc.
17 de setembro de 2014
Verao X aranhas...
Verão X aranhas
Com o calor aumenta a incidência de taturanas e aranhas, bem como também casos esporádicos do aparecimento de escorpiões. A orientação E que no caso de ataque de qualquer uma destas espécies a vítima busque socorro médico imediatamente e leve em um recipiente o agressor para identificação. Isso permitirá verificar o tipo de tratamento a ser aplicado.
O maior cuidado deve ser com as crianças, porque sem saber o tipo de perigo que correm, elas podem tocar o animal peçonhento e se machucar gravemente. Como os pais podem levar tempo até perceber o ocorrido, a demora no atendimento representa risco de graves conseqüências em alguns casos.
Outro alerta é com relação à aranha marrom, que pode ser encontrada em residências. A Loxosceles sp possui a coloração que lhe dá nome, um centímetro de corpo e três de envergadura de perna. Costuma se alojar em árvores e em residências. Não é agressiva e sua picada, de imediato, não causa dor. É só após 12 a 24 horas que aparecem bolhas, coceira e o local pode necrosar. Existem casos de morte até 72 horas após a picada. Por orientação médica o recomendado é a soroterapia. Em todo e qualquer caso é preciso buscar socorro imediato e levar o animal peçonhento o mais intacto possível para ser identificado.
Os acidentes com esta espécie são comuns, por isto é necessário observar antes de dormir os lençóis e travesseiros. A roupa que será vestida também deve ser sacudida, pois as aranhas possuem o hábito de se esconderem. E como não são agressivas, picam por compressão.
Já a aranha madeira é agressiva e em crianças pode provocar o piaprismo (endurecimento do pênis). Ela pode ser identificada porque apresenta uma coloração marrom acinzentada e manchas claras, três centímetros de corpo e até 15 centímetros de envergadura de perna. É encontrada em terrenos baldios, sob cascas de árvore e dentro de residências. Não constrói teias. Ao sentir que será agredida, pode pular e após a picada ocorre dor intensa e imediata no local, acompanhada de suor e vômitos. O tratamento por orientação médica é a soroterapia.
Com o calor aumenta a incidência de taturanas e aranhas, bem como também casos esporádicos do aparecimento de escorpiões. A orientação E que no caso de ataque de qualquer uma destas espécies a vítima busque socorro médico imediatamente e leve em um recipiente o agressor para identificação. Isso permitirá verificar o tipo de tratamento a ser aplicado.
O maior cuidado deve ser com as crianças, porque sem saber o tipo de perigo que correm, elas podem tocar o animal peçonhento e se machucar gravemente. Como os pais podem levar tempo até perceber o ocorrido, a demora no atendimento representa risco de graves conseqüências em alguns casos.
Outro alerta é com relação à aranha marrom, que pode ser encontrada em residências. A Loxosceles sp possui a coloração que lhe dá nome, um centímetro de corpo e três de envergadura de perna. Costuma se alojar em árvores e em residências. Não é agressiva e sua picada, de imediato, não causa dor. É só após 12 a 24 horas que aparecem bolhas, coceira e o local pode necrosar. Existem casos de morte até 72 horas após a picada. Por orientação médica o recomendado é a soroterapia. Em todo e qualquer caso é preciso buscar socorro imediato e levar o animal peçonhento o mais intacto possível para ser identificado.
Os acidentes com esta espécie são comuns, por isto é necessário observar antes de dormir os lençóis e travesseiros. A roupa que será vestida também deve ser sacudida, pois as aranhas possuem o hábito de se esconderem. E como não são agressivas, picam por compressão.
Já a aranha madeira é agressiva e em crianças pode provocar o piaprismo (endurecimento do pênis). Ela pode ser identificada porque apresenta uma coloração marrom acinzentada e manchas claras, três centímetros de corpo e até 15 centímetros de envergadura de perna. É encontrada em terrenos baldios, sob cascas de árvore e dentro de residências. Não constrói teias. Ao sentir que será agredida, pode pular e após a picada ocorre dor intensa e imediata no local, acompanhada de suor e vômitos. O tratamento por orientação médica é a soroterapia.
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